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Mostrando postagens de Março, 2013
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Aceitar o outro é um dos principais pilares para manter um relacionamento harmonioso com qualquer pessoa. Quando existe a intenção de mudar alguém, cria-se uma tensão no vínculo entre essas pessoas, pois a maioria irá resistir a essa tentativa de ser influenciada.

SEM TESÃO NO CASAMENTO

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ESSA É BOA, TAVA LENDO UMA NOVA ANÁLISE E ACHEI INTERESSANTE PORQUE DESSA VEZ CHEGA SER ATÉ ENGRAÇADO, É VELHA RELAÇÃO DO QUE É CERTO E ERRADO NESSE JOGO COMPLEXO DAS RELAÇÕES, FICA DIFÍCIL SABER QUAL É A ATITUDE CERTA PARA MANTER UM CASAMENTO NA SUA INTEGRIDADE FÍSICA, SEXUAL E AFETIVA, AFINAL DE CONTAS QUAL É MESMO A FORMULA? SEJA LÁ QUAL FOR SÓ SEI QUE OS SERES HUMANOS ESTÃO LONGE DE SABER. MAS DE UMA COISA "MÉDIO SEI", TODA RELAÇÃO É COMPLEXA, POIS, PERPASSA PELA MESMA PREMISSA CONVIVER COM O OUTRO (E CONSIGO MESMO AO MESMO TEMPO AHHAHAHAH) COM A LICENÇA POÉTICA DE VIVER É "SOJA", MORRER É DIFÍCIL TE TER É UMA NECESSIDADE VAMOS CORRER O RISCO.
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Trecho de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, de Gustavo Cerbasi
As finanças do namoro e do noivado A primeira grande crise do relacionamento Para muitos casais, o namoro é como um conto de fadas, uma eterna preparação para a lua-de-mel, mesmo que ainda não esteja nos planos. A convivência restrita a poucos dias da semana, o fato de ambos se encontrarem sempre em clima de passeio e diversão e a ausência de rotina criam a impressão de que estar nos braços da pessoa amada é o mundo dos sonhos. Por essa razão, a decisão de casar-se acaba sendo um drama para muitas pessoas. Saem de cena momentos de lazer, convivência exclusivamente a dois, presentes românticos e orçamento para um fim de semana. Entram em cena rotina do lar, convivência com parentes (incluindo sogros), gastos com moradia e orçamento apertado para o mês. O drama começa quando o casal pensa em quanto vai custar a vida a dois e nas responsabilidades a ser assumidas. Como a quase totalidade das pessoas não tem a preocupaçã…
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ESSA FOI IMPERDÍVEL  SÓ PRA RIR UM POUCO GALERA.

Homem não teme mulher independente, mas teme mulher autônoma

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Comentando a Pergunta da Semana
A mulher, durante séculos, foi sustentada pelo pai ou marido, a quem devia obediência. Afinal, não lhe era permitido ter instrução e foi sempre considerada incompetente e incapaz. A partir dos anos 1960, a mulher começou a se libertar dessa submissão, adquirindo novo status. Atualmente, muitas dessas mulheres ganham seu próprio dinheiro — às vezes mais que seus maridos ou amigos —, compram o que desejam, viajam para onde querem, escolhem onde morar e, o melhor de tudo, não têm que prestar contas dos seus gastos a ninguém. A mulher independente é invejada pelas mulheres que, por mais que trabalhem, não garantem seu próprio sustento. Entretanto, a maioria das pessoas que respondeu à enquete da semana acredita que uma mulher independente assusta o homem. Há quem diga que, além de não estar preparado para abrir mão da superioridade que o papel de provedor lhe confere, poderia se sentir desvalorizado caso a parceira ganhasse mais do que ele.

Beijo exercita, queima calorias e revela segredos sobre o relacionamento

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Se seu relacionamento não vai bem, qualquer um à sua volta pode perceber isso com facilidade se você der um beijo no seu parceiro. É, você pode até tentar, mas não tem como disfarçar. O beijo é o grande termômetro para saber se o casal está apaixonado e o movimento da língua diz muito sobre o envolvimento.

Desejo sexual: afinal o que as mulheres sentem?

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Médicos, cientistas e especialistas tentam desvendar a sexualidade feminina há séculos. O fato é que as respostas mudam de acordo com as várias gerações de mulheres. A maneira como elas veem seu corpo e a sexualidade é muito ampla. 
Hoje, por exemplo, é possível ser membro de um curso brasileiro e polêmico cujos objetivos são: aumentar a autoestima feminina por meio da aceitação do seu poder, quebrar estigmas machistas, falar sobre suas preferências e dar dicas sobre sexo abertamente.

Por outro lado, pesquisas internacionais revelam um atraso em como uma outra parcela de mulheres encara o desejo sexual. O estudo feito por Meredith Chivers, da Universidade Queen, no Canadá, concluiu que ainda existe uma distância grande entre o que as mulheres manifestam fisicamente e o que elas declaram sentir sobre a sexualidade.