sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Alimentos que aumentam o tesão



Quem se entupiu de amendoim, ovo de codorna e jurubeba achando que ia abafar na hora do sexo? Os alimentos afrodisíacos existem sim, mas não é bem assim. Não existem estudos que comprovem cientificamente o poder de provocar desejo de forma física, mas só de mexer com a cabeça de quem os usa já é meio caminho andado. Alimentos precisam ser ingeridos com  certa frequência para que funcionem e ajudem o organismo a funcionar melhor.
Mas nessa época de tudo ser sustentável e ecológico, vamos ver alguns afrodisíacos naturais, para que você não utilize Viagra, nem comprometa seu organismo tomando medicamentos sintéticos. Conheça alguns alimentos que podem te ajudar na hora H:
Mel
 
Alimento rico em vitamina B, que ajuda na fabricação de testosterona, e boro, que ajuda o organismo a metabolizar o estrogênio, esse alimento sempre foi fonte de saúde para o ser humano. Alguns estudos indicam que o uso contínuo faz com que aumente o nível de testosterona no sangue.Em excesso, provoca diarréia.
Chocolate
 
Bom, que o chocolate aumenta a serotonina, a gente já sabe. Estudos comprovam que o chocolate contém endorfinas que liberam no sangue duas substâncias que aumentam a sensação de prazer e bem estar, a feniletinamida e serotonina.
Aipo

 

Rico em vitaminas A, B, C, P e minerais, essa planta aromática era dedicado ao deus Plutãona antiga Roma. O aipo ajuda a afinar o sangue e a manter as artérias limpas e a gente sabe que para uma boa excitação, sangue correndo solto nas veias é o que há!
Ostra
 
Ostras são ricas em  zinco, mineral que contribui para a formação de testosterona. Fora o fato de você ter que chupá-las para degluti-las e ela ter o formato de uma vulva, o que só de olhar, já leva a excitação...
Amendoim
 
Outro alimento que promove a circulação sanguínea, o amendoim é rico em vitamina B3, mas cuidado, em excesso provoca gases e diarréia pela sua oleosidade.
Pimenta
 
Bom, esse não serve pra mim (sou alérgica a pimenta)
pimenta promove um aumento da transpiração, aumento da frequência cardíaca e da circulação sanguínea, reações equivalentes de quando você está excitado, por isso quem come acha que está “pegando fogo por dentro”!
Gengibre
Esse alimento, além do aroma excitante, promove a mesma coisa que a  pimenta, aumento da circulação sanguínea. Alias, vários alimentos picantes promovem a mesma sensação que a pimenta.






Manjericão
Ou manjerona, é mais um alimento que promove um aumento da circulação sanguínea. Quem usa acha que ele provoca um aumento da excitação sexual e bem estar. É usado como tempero. A pizza Marguerita leva uma boa quantidade de manjericão, seria então, pra tudo acabar em pizza depois?
Mamão
mamão age no organismo da mesma maneira que o estrogênio, aumentando a libido feminina, ajuda a menstruação a descer e aumenta a produção de leitena mulher que amamenta.




Cardamono

 

Rico numa substância chamada eucaliptol, promove a circulação sanguínea nos lugares onde é aplicado. É usado como tempero, mas certas culturas esfregam o cardamomo nos genitais para aumentar o desejo...
Jasmim
 
flor do jasmim tem um cheiro delicioso. É usado em licores como aromatizante natural.  Mas cuidado: AS SEMENTES DO JASMIM SÃO VENENOSAS!
Banana


A boa e velha banana já dizia na música“engorda e faz crescer” e também ajuda por ser ricas em potássio e minerais que ajudam na fabricação de hormônios sexuais. Porém, por sua forma de pênis, ela é afrodisíaca só de olhar...



E o ovo de codorna?
 
Bom, ele é uma proteína rica em vitamina B1 e B2, cálcio e ferro, mas não há nada que diga que é afrodisíaco. Porém, o excesso do consumo formam gases que não atraem fêmea nenhuma... 

MUTAÇÕES DA SEXUALIDADE FEMININA



Sanz (2007), em sua extensa pesquisa sobre os escritos de Bachofen, afirma que ele foi o grande iniciador dos estudos sobre as origens do matriarcado, da “cultura ginecocrática” na antiguidade. Pensador e investigador do século XIX, docente colega de Nietzsche, Bachofen distinguiu três momentos importantes na constituição do período matriarcal no passado grego e sua passagem para o patriarcado:

- Primeiro estágio: Dominado pela deusa Afrodite, a vida se encontrava então em plena de símbolos do feminino e da natureza. O direito natural que prevalece aqui é o da fecundidade. Da terra, sua capacidade criadora. A terra é a grande mãe.
- Segundo estágio: Predomina o culto à deusa Deméter, na qual o feminino aceita a mediação do matrimônio num plano social e na agricultura como uma forma essencial, contudo, em unidade com a natureza.
- Terceiro estágio: Triunfo de Apolo, o deus-sol. Aqui inicia-se o predomínio masculino e o desprezo ao feminino, produzindo-se, assim, a passagem do sistema matriarcal para o patriarcal. A sociedade patriarcal privilegia o racional, a individualidade, a guerra, a autoridade, a dominação.
Segundo a autora, Bachofen “converte” sua investigação em uma antropologia histórica das representações simbólicas que configuram a memória coletiva de um povo e, em ultima instância, sua identidade.
Seguindo a linha dos antropólogos evolucionistas, Morgan defendeu, ao estudar as tribos dos Iroqueses, a visão de que as relações de parentesco eram matrilineares. Afirmou também que, na sucessão para a filiação patrilinear, depois do aparecimento da propriedade, o parentesco passou a ser constituído por um homem, considerado o antepassado comum, pelos seus filhos, pelos filhos dos seus descendentes masculinos e assim sucessivamente. (Morgan, 1976)
Na opinião de Götner-Abendroth (2007), o trabalho de Bachofen situa-se no campo da história das culturas e encontra-se em paralelo perfeito com o trabalho de Morgan no campo da antropologia/etnologia. Mas a crítica avaliou muito diferentemente o trabalho desses estudiosos: Morgan foi considerado o pai da etonologia/antropologia; já a Bachofen, não foi-lhe dada a devida importância.
Segundo a autora a razão é simples: “se fosse feito um exame minucioso de seu trabalho, isso causaria o começo da ruína da visão patriarcal, da ideologia e do mundo. Marca o início do desenvolvimento de um novo paradigma da história humana: por isso é tão “perigoso” estudá-lo adequadamente”.
Götner-Abendroth (2007) afirma que, por mais importante que tenham sido – e o foram realmente – os primeiros textos sobre o matriarcado, foram escritos por homens que viviam e estavam completamente inseridos em uma sociedade machista e patriarcal. O trabalho da autora, assim como de outros contemporâneos, procura revisar o conhecimento sobre a estrutura do matriarcado numa visão menos preconceituosa.
Para Bachofen, as sociedades humanas, em seus primórdios eram, seguramente, sociedades matriarcais. “As mulheres”, assegurou, “dominavam o mundo de então” (Existiu, 2007).
Götner-Abendroth (2007) discorda do termo “dominar”, ela reformula o próprio siginificado do termo matriarcado: “Nós não somos obrigadas a seguir a noção machista do termo matriarcado significando: dominação pelas mães”. A autora afirma que a palavra grega “arché” tem um duplo sentido, significa tanto “começo” quanto “dominação”. A definição mais precisa de matriarcado seria então: “as mães do princípio”, enquanto o patriarcado, por outro lado, seria traduzido corretamente como “domínio dos pais”. Segundo a autora, a redefinição do termo matriarcado tem relevância política, pois ele não evita discussão com colegas profissionais e com a audiência interessada.
Como a sociedade matriarcal era estruturada, social, cultural e economicamente? Götner-Abendroth (2007), em suas pesquisas, procura responder a essas questões:
- No nível econômico, são sociedades em sua maioria agrícolas. As tecnologias agrícolas desenvolvidas vão desde simples jardinagem (horta) à uma agricultura completa com arado (no começo do Neolítico) e, finalmente, aos sistemas de grandes irrigações das primeiras culturas urbanas as mais adiantadas. Os bens não são acumulados por uma pessoa ou por um grupo específico, a sociedade é igualitária e não-acumulativa. Cada vantagem ou desvantagem a respeito da aquisição dos bens é mediada por regras sociais. Por exemplo, nos festivais da cidade, os clãs mais ricos são obrigados convidar todos os habitantes. Organizam o banquete, no qual distribuem sua riqueza para ganhar a honra.
- No nível social, o parentesco é matrilinear, no qual todos os títulos sociais e políticos são transmitidos através da linhagem materna. Este tipo de matri-clã consiste pelo menos em três gerações das mulheres – a clã-mãe, suas filhas, seus netas – e os homens diretamente relacionados – os irmãos da mãe, de seus filhos e de netos. As mulheres vivem permanentemente e nunca saem da casa do clã de sua mãe, quando se casam. A isso se chama matrilocalidade. As mulheres têm o poder de controlar as fontes nutrição: campos e alimento. Os clãs são auto-suficientes e se relacionam com outros clãs através da união do casamento. Esse casamento não é uma união individual, mas uma união comunal que conduz ao matrimônio comunal. Por exemplo, os homens novos da casa do clã A são casados à casa do clã nova B das mulheres, e os homens novos da casa de clã B são casados às mulheres novas na casa de clã A. Isto é chamado uma união mútua entre dois clãs em uma aldeia matriarcal. Os homens jovens, que saíram das casa de suas mães após seu casamento, não têm que ir muito longe. Realmente, ao anoitecer vão à casa vizinha, onde suas esposas vivem, e voltam muito cedo – no alvorecer. Os homens matriarcais nunca consideram os filhos de sua esposa como seus, porque não compartilham de seu nome de clã. A paternidade biológica não é conhecida, nem a ela se dá atenção. Os homens matriarcais cuidam de seus sobrinhos e sobrinhas num tipo de paternidade social. Mesmo o processo de tomada de decisão política é organizado ao longo das linhas do parentesco matriarcal. Os delegados de cada casa de clã encontram-se com no conselho da aldeia, onde todos os assuntos são discutidos. Estes delegados podem ser as mulheres mais velhas dos clãs (as matriarcas), ou os irmãos e os filhos que escolheram para representar o clã. Nenhuma decisão a respeito da aldeia pode ser feita exame sem o consenso de todas as casas de clãs. Um fato importante: os delegados, que estão discutindo a matéria, não são aqueles que tomam a decisão, os delegados possuem a função simplesmente de porta-vozes.
Pessoas que vivem em uma determinada região tomam decisões na mesma maneira: os delegados de todas as vilas encontram-se com para trocar as decisões de suas comunidades. Em contraste aos erros etnológicos freqüentes feitos sobre estes homens, elas não são os “chefes” pois não depende deles a decisão. A decisão é tomada em nível regional, um consenso entre todas as casas de clãs. Conseqüentemente, do ponto de vista político, as sociedades matriarcais são sociedades igualitárias ou sociedades do consenso. Exatamente neste sentido, estariam livres de dominação, desprovidas de uma classe de dominadores e uma classe excluída, isto é, não possuem os aparelhos repressivos necessários para estabelecer a dominação.
- No nível cultural, é preciso esclarecer que não são sociedades caracterizadas por “cultos à fertilidade”, mas que desenvolveram complexos sistemas religiosos. O fator comum seria crença no renascimento, não como a idéia abstrata da transmigração de almas, mas em um sentido muito concreto: todos os membros de um clã sabem que, após a morte, vão renascer – por uma das mulheres de seu próprio clã, em sua própria casa de clã, em sua aldeia natal. As mulheres em sociedades matriarcais são grandemente respeitadas, porque elas garantem o renascimento. Assim como na natureza, cada planta, resseca no outono e renasce na próxima primavera, a terra é a grande mãe que concede o renascimento e a nutrição a todos os seres. No cosmos e na terra, os povos matriarcais observam este ciclo da vida, da morte e do renascimento. De acordo com o princípio matriarcal da conexão entre o macro-cosmo e o micro-cosmo, vêem o mesmo ciclo na vida humana. A existência humana não seria diferente dos ciclos da natureza, mas seguiria as mesmas regras. Da perspectiva matriarcal, a vida traria a morte e a morte traria a vida, cada coisa em seu próprio tempo. Da mesma maneira, a fêmea e o macho também seriam uma polaridade cósmica. Nunca ocorreria a um povo matriarcal considerar o outro sexo como mais fraco ou inferior ao outro, como é comum em sociedades patriarcais.
“O grande mérito destas obras, publicadas nas décadas de 1870 e 1880, foi a constatação de que a família tinha história e que, ao longo dos séculos, tinha conhecido várias formas. A família monogâmico-patriarcal era apenas uma delas. Conclusão: o poder masculino e a submissão da mulher não eram eternos, como diziam as religiões e as pseudociências racistas e sexistas da época” (Buonicori, 2007).
Segundo Buonicori (2007), Engels afirmaria que a monogamia teria sido fundada sob a dominação do homem com o fim expresso de procriar filhos duma paternidade incontestável, na qualidade de herdeiros diretos. Mas somente ao homem, garantido pelos costumes, é concedido o direito da infidelidade conjugal, já a mulher infiel é punida severamente pela sociedade.
Em outras palavras, podemos afirmar que, com a monogamia, instituiu-se a prostituição e o adultério. A mulher é condenada caso não aceite a condição monogâmica, enquanto o homem pode carregar uma “leve mancha moral” mas, ainda assim, é aceitável, até nos dias de hoje, principalmente pelas próprias mulheres, que o homem se relacione com prostitutas.
Pensamos agora na neurose coletiva, que tanto abordamos nos últimos artigos, ou nos indivíduos normopatas, como diz Gaiarsa, ou nos Zés ninguéns, como prefere Reich. Ao reprimir a sexualidade, ao criar esta idéia do “sexo frágil”, da “inferioridade feminina”, defendida durante séculos por estudiosos do comportamento humano e da sexualidade, ao negar o feminino proclamando um único Deus masculino, ao negar a sexualidade sadia de Cristo, ao tornar Maria um ser assexuado – ao fazer tudo isso, a quem estamos agredindo, a não ser a nós mesmos? O que tanto tememos? A liberdade? A felicidade?
Com o advento da sociedade patriarcal, com o casamento monogâmico, criamos o quê? Guerras, genocídios, a negação do prazer e da felicidade. Por isso considero importantíssimo um mergulho no passado, em nossos ancestrais mais longínquos: a sociedade matriarcal. É preciso entender o a estrutura, esse processo de transformação: da sociedade matriarcal para a patriarcal e todas as suas conseqüências.
Bibliografia:
Buonicori, Augusto C. Engels e as origens da opressão da mulher. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/070/70esp_buonicore.htm. Acessado em 10/08/2007.
Existiu o matriarcado? Disponível em: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/matriarcado4.htm. Acessado em 10/08/2007.
Götner-Abendroth, Heide. Matriarchal society: definition and theory. Disponivel em: http://www.hagia.de/documents/position.pdf Acessado em: 01/07/2007
Morgan. Lewis H. A sociedade primitiva. Volume I, 2 ed, Editorial Presença Lisboa Portugal, Martins Fontes Brasil, 1976.
Sanz, Marta Silvia Dios. El matriarcado. Disponível em: http://www.temakel.com/texmitmatriarcado.htm. Acessado em 10/08/2007.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

FREUD

O inconsciente
 
Diz Freud, não é o subconsciente. Este é aquele grau da consciência como consciência passiva e consciência vivida não-reflexiva, podendo tomar-se plenamente consciente. Oinconsciente, ao contrário, jamais será consciente diretamente, podendo ser captado apenas indiretamente e por meio de técnicas especiais de interpretação desenvolvidas pelapsicanálise.

TEORIA DE FREUD



É de todos conhecido, que a psicanálise, como terapia e como teoria foi uma criação de Sigmund Freud, que nos finais do século XIX, pôde observar nos seus pacientes neuróticos, que a maior parte das perturbações emocionais se deviam à existência de problemas sexuais reprimidos, embora, o conceito de sexualidade tivesse para ele um significado muito mais vasto do que lhe era atribuído pela linguagem comum. Segundo Freud, a sexualidade não se deve identificar com a “genitalidade”, embora esta esteja incluída naquela.

A sexualidade seria para Freud, todo o tipo de comportamento que resultasse fisicamente gratificante, que produzisse sensações de prazer e, portanto, abrangeria toda a actividade instintiva relacionada com as necessidades corporais. A partir desta ideia básica, a concepção de Freud sobre o homem mudou consideravelmente à medida que o trabalho desenvolvido com os seus pacientes neuróticos lhe ia apresentando novos dados (é sabido que Freud tratou alguns casos de histeria, perturbação que, segundo ele, tinha como causa a repressão da actividade sexual, sobretudo nas mulheres). Não esqueçamos que estávamos em plena época vitoriana e as mulheres não tinham, nessa altura, os mesmos direitos que os homens em termos da manifestação dos seus desejos sexuais, para além de outros. As mulheres sobretudo as casadas, eram tidas como objectos sexuais, que não deviam, por questões éticas e morais da época, manifestar desejo ou prazer no acto sexual.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Soneto de fidelidade


De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

DESEJO MASCULINO



DESEJO
Essa é a Primeira Fase do Ciclo Sexual, onde os instintos são estimulados e os apetites crescem. O desejo, ou a sensualidade é uma experiência subjetiva que incita a pessoa a buscar atividade sexual. Em termos cerebrais, há mensagens neurofisiológicas que motivam a busca por sexo. Esses sinais neurológicos ainda não foram bem explicados, mas já se fala em uma espécie de Centro de Desejo Sexual no Cérebro, que seria constituído principalmente por uma pequena região cerebral denominada Claustro. Nos homens, o estímulo visual é de extrema importância para iniciar e manter o desejo sexual.
EXCITAÇÃO
A Segunda Fase do Ciclo Sexual ocorre quando o corpo passa a responder fisiologicamente frente aos estímulos que dispararam o desejo sexual. Ou seja, a excitação é a resposta do corpo ao desejo. No homem, a excitação é demarcada pela ereção (quando o pênis fica rijo). Duas alterações fisiológicas são as principais protagonistas nessa fase. A congestão vascular, que é o aumento da quantidade de sangue superficial e/ou profunda acumulada em alguns órgãos do aparelho genital e extragenital masculino, e a miotonia, que é a crescente e involuntária contração de fibras musculares.
DESEJO
Essa é a Primeira Fase do Ciclo Sexual, onde os instintos são estimulados e os apetites crescem. O desejo, ou a sensualidade é uma experiência subjetiva que incita a pessoa a buscar atividade sexual. Em termos cerebrais, há mensagens neurofisiológicas que motivam a busca por sexo. Esses sinais neurológicos ainda não foram bem explicados, mas já se fala em uma espécie de Centro de Desejo Sexual no Cérebro, que seria constituído principalmente por uma pequena região cerebral denominada Claustro. Nos homens, o estímulo visual é de extrema importância para iniciar e manter o desejo sexual.
EXCITAÇÃO
A Segunda Fase do Ciclo Sexual ocorre quando o corpo passa a responder fisiologicamente frente aos estímulos que dispararam o desejo sexual. Ou seja, a excitação é a resposta do corpo ao desejo. No homem, a excitação é demarcada pela ereção (quando o pênis fica rijo). Duas alterações fisiológicas são as principais protagonistas nessa fase. A congestão vascular, que é o aumento da quantidade de sangue superficial e/ou profunda acumulada em alguns órgãos do aparelho genital e extragenital masculino, e a miotonia, que é a crescente e involuntária contração de fibras musculares.
Mas a resposta sexual masculina não aparece apenas nos genitais, como a maioria das pessoas acredita. Também nos homens há um continuum de todo o corpo frente aos estímulos. Aparece na pele, que fica avermelhada, tipo manchas (rubor sexual), e nos mamilos, que podem ter aumento de sensibilidade e até uma pequena ereção. A pressão sangüínea, a freqüência cardíaca e a respiratória sofrem aumento quando comparados ao estado sem excitação sexual. Ocorrem contrações musculares irregulares nos órgãos próximos aos genitais, como no reto (região anal), na uretra e na bexiga.
O aparelho genital masculino propriamente dito é constituído pelo pênis e os órgãos acessórios reprodutivos, como os testículos ("saco"), a próstata e a vesícula seminal. Dentro do pênis existem três corpos cilíndricos de tecido erétil (muscular). Dois são chamados de corpos cavernosos, e o restante, de corpo esponjoso. O corpo esponjoso envolve a uretra, por onde sai a urina e o esperma (ejaculado).
MAS COMO O PÊNIS PASSA DE FLÁCIDO PARA RIJO?
Este é um processo complexo que envolve tanto informações neurológicas, quanto regulação hemodinâmica (de controle de fluxo sangüíneo). Em uma linguagem mais simples ocorre o seguinte. O homem sente desejo. Um sinal cerebral é disparado para avisar todo o corpo, principalmente o pênis, de que deve se preparar para atividade sexual. Os corpos cavernosos são "avisados" para relaxarem sua musculatura lisa, deixando livre a entrada de sangue no pênis. Imaginem dificultar a saída de sangue do pênis, enquanto se aumenta o seu fluxo de entrada. Os corpos cilíndricos vão se enchendo de sangue, tornando o pênis túrgido, duro, ereto. É como uma bexiga de água. Quanto mais se enche de líquido, mais rija fica a parede de borracha. Assim acontece a ereção.
ORGASMO
Esta é a última Fase do Ciclo da Resposta Sexual. O orgasmo, o êxtase, o gozo ou ápice de prazer no homem é atingido quando ocorre a liberação total das tensões antes retidas, acompanhada de uma contração muscular rítmica, com emissão do esperma: a ejaculação. O interessante é que esta se dá em dois estágios, No primeiro, há a expulsão efetiva do líquido seminal (sêmen) dos órgãos acessórios de reprodução - próstata, vesícula seminal e canal ejaculatório - para a uretra. No segundo estágio, há a progressão desse líquido por toda a extensão da uretra até o meato uretral, que é o orifício na cabeça do pênis por onde sai também a urina. Acompanha-se de todo esse processo, a sensação subjetiva de profundo prazer,
Após o orgasmo, o homem tem o que se chama de Período Refratário. É um tempo de relaxamento necessário para que ele possa reiniciar novamente atividade sexual. Nos jovens, esse período pode ser de segundos, nos mais velhos, de horas a dias.

Mas a resposta sexual masculina não aparece apenas nos genitais, como a maioria das pessoas acredita. Também nos homens há um continuum de todo o corpo frente aos estímulos. Aparece na pele, que fica avermelhada, tipo manchas (rubor sexual), e nos mamilos, que podem ter aumento de sensibilidade e até uma pequena ereção. A pressão sangüínea, a freqüência cardíaca e a respiratória sofrem aumento quando comparados ao estado sem excitação sexual. Ocorrem contrações musculares irregulares nos órgãos próximos aos genitais, como no reto (região anal), na uretra e na bexiga.
O aparelho genital masculino propriamente dito é constituído pelo pênis e os órgãos acessórios reprodutivos, como os testículos ("saco"), a próstata e a vesícula seminal. Dentro do pênis existem três corpos cilíndricos de tecido erétil (muscular). Dois são chamados de corpos cavernosos, e o restante, de corpo esponjoso. O corpo esponjoso envolve a uretra, por onde sai a urina e o esperma (ejaculado).
MAS COMO O PÊNIS PASSA DE FLÁCIDO PARA RIJO?
Este é um processo complexo que envolve tanto informações neurológicas, quanto regulação hemodinâmica (de controle de fluxo sangüíneo). Em uma linguagem mais simples ocorre o seguinte. O homem sente desejo. Um sinal cerebral é disparado para avisar todo o corpo, principalmente o pênis, de que deve se preparar para atividade sexual. Os corpos cavernosos são "avisados" para relaxarem sua musculatura lisa, deixando livre a entrada de sangue no pênis. Imaginem dificultar a saída de sangue do pênis, enquanto se aumenta o seu fluxo de entrada. Os corpos cilíndricos vão se enchendo de sangue, tornando o pênis túrgido, duro, ereto. É como uma bexiga de água. Quanto mais se enche de líquido, mais rija fica a parede de borracha. Assim acontece a ereção.
ORGASMO
Esta é a última Fase do Ciclo da Resposta Sexual. O orgasmo, o êxtase, o gozo ou ápice de prazer no homem é atingido quando ocorre a liberação total das tensões antes retidas, acompanhada de uma contração muscular rítmica, com emissão do esperma: a ejaculação. O interessante é que esta se dá em dois estágios, No primeiro, há a expulsão efetiva do líquido seminal (sêmen) dos órgãos acessórios de reprodução - próstata, vesícula seminal e canal ejaculatório - para a uretra. No segundo estágio, há a progressão desse líquido por toda a extensão da uretra até o meato uretral, que é o orifício na cabeça do pênis por onde sai também a urina. Acompanha-se de todo esse processo, a sensação subjetiva de profundo prazer,
Após o orgasmo, o homem tem o que se chama de Período Refratário. É um tempo de relaxamento necessário para que ele possa reiniciar novamente atividade sexual. Nos jovens, esse período pode ser de segundos, nos mais velhos, de horas a dias.

CICLOS DO DESEJO SEXUAL FEMININO


DESEJO
Essa é a Primeira Fase Sexual, onde os instintos são estimulados e os apetites crescem. O desejo, ou a sensualidade, é uma experiência subjetiva que incita a pessoa a buscar atividade sexual. Em termos cerebrais, há mensagens neurofisiológicas que motivam a busca por sexo. Esses sinais neurológicos ainda não foram bem explicados, mas já se fala em uma espécie de Centro de Desejo Sexual no Cérebro, que seria constituído principalmente por uma pequena região cerebral denominada Claustro. Nas mulheres, o olfato e principalmente o tato, são bastante responsáveis pelo aumento do desejo sexual.
EXCITAÇÃO
A Segunda Fase do Ciclo Sexual ocorre quando o corpo passa a responder fisiologicamente frente aos estímulos que dispararam o desejo sexual. Ou seja, a excitação é a resposta do corpo ao desejo. Na mulher, a excitação é demarcada pela produção de uma secreção responsável pela lubrificação vaginal. Duas alterações fisiológicas são as principais protagonistas nessa fase. A congestão vascular, que é o aumento da quantidade de sangue superficial e/ou profunda acumulada em alguns órgãos do aparelho genital e extragenital feminino, e a miotonia, que é a crescente e involuntária contração de fibras musculares.
Mas a resposta sexual feminina não aparece apenas nos genitais. Ela é um continuum de todo o corpo frente a estímulos. Aparece nos seios (mamas), com um pequeno aumento de seu tamanho e com a ereção dos mamilos. Há também o rubor sexual, quando a pele fica mais avermelhada, e tanto a pressão sangüínea quanto a freqüência cardíaca e respiratória tendem a aumentar. Ocorrem contrações musculares nos órgãos próximos aos genitais, como o reto (região anal), a uretra e a bexiga.
O aparelho genital feminino propriamente dito é constituído por órgãos externos e internos, sendo eles: o clitóris, os grandes e pequenos lábios, a vagina e o útero. Todos esses órgãos vão sofrer as mesmas alterações fisiológicas de vasocongestão e miotonia. Tanto o clitóris, quanto os pequenos e grandes lábios aumentam de tamanho, ficando edemaciados e avermelhados. Os grandes lábios se retraem deixando a entrada da vagina livre. O clitóris fica protegido sob um prepúcio (pele) e a vagina passa a produzir uma secreção parecida com a saliva por um fenômeno semelhante a transudação (uma espécie de suor da parede vaginal; muitos, erroneamente, acreditam ser a ejaculação feminina). Há sensação de contração muscular irregular desses órgãos internos.
ORGASMO
Esta é a última Fase do Ciclo da Resposta Sexual. O orgasmo, o êxtase, o gozo ou ápice de prazer ocorre quando há liberação de toda a tensão sexual acumulada. À profunda vasocongestão do clitóris, pequenos e grandes lábios e do terço inferior da vagina denominamos Plataforma Orgásmica. Pode ocorrer uma contração muscular prolongada e espástica de 4 a 5 segundos nesta região antes de ocorrer a descarga orgásmica. O orgasmo acontece: há uma explosão de contrações rítmicas e involuntárias na Plataforma Orgásmica a uma freqüência de aproximadamente 12 vezes, a cada 0,8 segundos. O interessante é que a mulher, logo em seguida, pode ser novamente estimulada e ter mais que um orgasmo. Essa capacidade multiorgásmica da mulher não é encontrada nos homens, que precisam de um tempo após a ejaculação para iniciar outro ciclo de resposta sexual (tempo denominado Período Refratário).

O que desperta o desejo sexual feminino



Ida Bauer aparece nos textos de Sigmund Freud, o pai da psicanálise, sob o nome fictício de Dora. É uma moça bonita, de 15 anos, perturbada por tosses nervosas e incapacidade ocasional de falar. Chegou ao divã do médico vienense queixando-se de duas coisas: assédio sexual de um amigo da família e indisposição do pai em protegê-la. Freud aceitou os fatos, mas desenvolveu uma interpretação própria sobre eles. O nervosismo e as doenças se explicavam porque a moça se sentia sexualmente atraída pelo molestador, mas reprimia a sensação prazerosa e a transformava, histericamente, em incômodo físico. Como Ida se recusou a aceitar essa versão sobre seus sentimentos, largou o tratamento. Peter Kramer, biógrafo de Freud, diz que os sintomas só diminuíram quando ela enfrentou o pai e o molestador, tempos depois. Freud estava errado; ela, certa. Anos mais tarde, refletindo sobre a experiência, Freud escreveu uma passagem famosa: “A grande questão que nunca foi respondida, e que eu ainda não fui capaz de responder, apesar de 30 anos de pesquisa sobre a alma feminina, é: o que querem as mulheres?”.
Meredith Chivers, uma jovem pesquisadora da Universidade Queen, no Canadá, acredita que pode finalmente responder à pergunta. Sem os preconceitos e a ortodoxia de Freud, e com recursos experimentais que ele não tinha, reuniu 47 mulheres e 44 homens em laboratório e aplicou o mesmo teste a todos eles: viram oito filmes curtos sobre sexo, com temas variados, enquanto seus órgãos genitais eram monitorados por sensores capazes de medir a ereção masculina e a lubrificação feminina. Ao mesmo tempo, Meredith pediu que indicassem, num sensor eletrônico, quanto estavam excitados com cada cena projetada. Essa era a parte subjetiva do teste.
Os resultados foram sensacionais. Meredith descobriu, primeiro, que as mulheres, sejam elas hétero ou homossexuais, se estimulam com uma gama muito variada de cenas. Homem e mulher transando, mulheres transando, homens transando, quase tudo foi capaz de produzir excitação física nas mulheres. Até cenas de coito entre bonobos (os parentes menores e mais dóceis dos chimpanzés) causaram alterações genitais nas voluntárias, embora tenham deixado os homens indiferentes. Qualquer que seja a sua orientação sexual, eles parecem ser mais focados em suas preferências. Homossexuais se excitam predominantemente com cenas de sexo entre homens ou com cenas de masturbação masculina. Heterossexuais se interessam por sexo entre mulheres, sexo entre homens e mulheres e atividades que envolvam o corpo feminino, mesmo as não-sexuais. O estudo sugere que as mulheres são mais flexíveis em sua capacidade de se interessar. Seu universo sexual é mais rico.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI25370-15204-1,00-O+QUE+DESPERTA+O+DESEJO+SEXUAL+FEMININO.html
FONTE:

Relações explosivas: Por que é tão difícil colocar um ponto final?



"Assim como buscamos emoção no uso de drogas, na prática de esportes radicais que muitas vezes chegam a destruir nossa vida, podemos utilizar os relacionamentos para isso"
Quando se trata de relacionamentos, percebemos que existem todos os tipos de encontros entre pessoas, desde os luminosos encontros amorosos, até parcerias doentias que mais fazem mal do que bem.

Ora, quando pensamos racionalmente, tudo fica muito simples. Se uma relação nos faz mal deveríamos deixá-la e seguir em frente, em busca de alguém com quem pudéssemos celebrar uma parceria saudável, construtiva e mais feliz. Mas nem sempre é assim.
É muito comum, e eu tenho certeza de que você conhece algum casal assim. Encontramos pessoas que parecem estar unidas não pelo que tem de saudável, e sim por uma espécie de vínculo doentio, que não parece fazer sentido para quem olha de fora. São casais que vivem no limite, a ponto de explodir. Parecem viver numa intensidade tal que o menor movimento pode ser o gatilho para uma reação intensa puramente emocional. São os casais que protagonizam grandes brigas por ciúmes, posse, tentativa de controlar o outro, e por aí vai. Muitas vezes parecem de tal maneira apaixonados que quem os olha de fora chega a invejar tamanho “amor”. Vivem a polaridade amor /ódio, muitas vezes chegando a atitudes inaceitáveis de desrespeito e agressão.
- Por que essas pessoas continuam juntas?
Nos perguntamos, sem compreender, uma vez que aquele relacionamento parece gerar muito mais desgaste do que alegria e prazer.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A intuição não é um dom mágico, mas uma capacidade do cérebro que pode ser desenvolvida e aplicada na hora de tomar decisões






Há sete anos a terapeuta junguiana Lúcia Rosemberg desistiu na última hora de uma viagem marcada para Campos do Jordão. Era réveillon. Ela iria com os filhos e uma amiga. “Na hora de arrumar as malas senti uma preguiça inexplicável, daquelas de encostar no batente da porta e falar: ‘Ah, não quero mais...' " Não foi. No dia 2 de janeiro caiu um raio na casa. “Pegou fogo na fiação, o quarto onde estariam meus filhos foi destruído." Para a terapeuta, ter escutado a própria intuição foi o que evitou a tragédia. “O inconsciente sabe antes, é que a gente não dá ouvidos."

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dificuldade de se relacionar pode ser sinal de insegurança masculina


Todo mundo conhece pelo menos uma mulher que já tenha se queixado da "fuga" dos homens quando estes percebem estar entrando em uma relação. Quando parece que os dois vão engatar em um relacionamento um pouco mais profundo, as coisas começam a esfriar repentinamente, sem qualquer explicação. E ele que parecia tão apaixonado e presente, já não está mais tão disponível, deixa de ligar, não envia mensagens, desaparece por alguns dias... O que acontece?

Atração espiritual ou biológica/



Por Simon Jacobson 
 
O que está por trás da atração entre os sexos? A sexualidade é um assunto sobre o qual ninguém é neutro. Todos têm uma natureza sexual, todos têm necessidade da sexualidade, e uma personalidade sexual que foi formada no lar, na escola, pelo sistema de tentativa e erro na vida, e seja lá o que for que passemos ao longo do caminho, das influências sutis e nem tão sutis assim da sociedade em que vivemos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

SEXUALIDADE HUMANA



A sexualidade é uma das condições básicas nas quais se encontra instalada a existência pessoal.  Causa, conseqüentemente, um âmbito peculiar de atuação no qual se realiza o desígnio vocacional de cada pessoa.

Dimensões da sexualidade humana

*     A sexualidade humana possui diversas dimensões, tão complexas como a própria pessoa humana. Provavelmente, a mais notável distorção da no que diz respeito à compreensão e vivência da sexualidade, nos dias de hoje, seja o reducionismo, isto é, a redução da sexualidade à uma única dimensão, qual seja, a biológica. E, em muitos casos, a redução da redução: a concepção da sexualidade na mera dimensão biológica-genital ou gonádica (órgãos sexuais).  Ora, tal dimensão existe e é importante, mas não ocupa (se ocupa) todo o tempo da vida. É necessário atentar e tomar consciência de todas as dimensões da sexualidade, que são:

O que é sexualidade ?



O que podemos entender por sexualidade?

Podemos, de uma maneira um tanto simplificada, entender a sexualidade quando estamos falando e pensando sobre as nossas sensações, sentimentos e emoções envolvendo a energia sexual. Para falar de energia sexual podemos nos referir à libido, se quisermos ser um pouco técnicos ou psicólogos no assunto. Libido vem do latim e quer dizer “desejo violento ou luxúria” Mas no sentido psicanalítico – a psicanálise foi criada por Freud – temos a energia motriz dos instintos de vida, portanto da conduta ativa e criadora do homem. Assim nos explica de forma bem acessível o dicionário Aurélio. Ou podemos falar de energias perispirituais enquanto força criadora presente em todos nós, espíritos em evolução passando por este plano. É claro que poderíamos apresentar outras definições, quer de tendências religiosas ou como explicação teórica e técnica sobre o assunto.

II ENCONTRO DE YOUTUBERS SERRINHA

O  YouTube  é hoje a segunda maior ferramenta de busca do mundo. Com isso, a cada dia surgem novos canais e mais pessoas atrás...