quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O capital erótico impulsiona carreiras?



Christine acumulava um currículo respeitável muito antes de substituir, em junho deste ano, o também francês Dominique Strauss-Kahn, afastado depois de suposto envolvimento em um escândalo sexual. Especialista em direito internacional, ela chefiou o braço europeu de uma prestigiada banca americana de advocacia até entrar para a política em 2005.
Em pouco mais de cinco anos, chefiou três ministérios do governo francês, incluindo o das Finanças, tornando-se, em 2007, a primeira mulher a comandar uma pasta dessa importância em um país do G8. Christine tinha todas as qualificações acadêmicas e profissionais para ocupar o cargo.
Mas nem por isso descarta a importância de outras características pessoais em suas conquistas até aqui. Entre elas a preocupação em manter uma aparência sempre impecável. Ex-integrante da seleção nacional de nado sincronizado, aos 55 anos ela admite que chega a perder horas de sono para manter a silhueta esguia, frequentemente exibida em tailleurs bem cortados.
No final do ano passado, ao ser convidada para falar em uma conferência com as 50 principais mulheres de negócios do mundo, Christine fez uma homenagem à mãe. Seus maiores ensinamentos: como vestir-se bem e como falar com as pessoas. 
O conjunto de atributos pessoais, como charme, boa aparência, estilo e carisma, é o que a socióloga inglesa Catherine Hakim chama de “capital erótico” no recém-lançado Honey Money: The Power of Erotic Capital (“O poder do capital erótico”, numa tradução livre).
No livro, a autora argumenta de que maneira a elegância de uma política como Christine Lagarde ou o sorriso bem armado de um Silvio Berlusconi podem ajudar — e muito — na trajetória de uma carreira bem-sucedida. 
Num mundo em que ativos como capital econômico (o dinheiro manda), capital humano (o que você sabe) e capital social (quem você conhece) nunca foram tão valorizados e disseminados, o capital erótico pode ser uma arma poderosa. Tome como exemplo a última eleição presidencial americana.
É de esperar que, para disputar um cargo de tamanha importância, não faltem aos candidatos qualificações tradicionais, como experiência e boa formação. É aí, segundo a autora, que o fato de Barack Obama ser considerado “bonitão, em forma e bem vestido” pode fazer a diferença (muito embora tenha concorrido com McCain, possivelmente um dos candidatos menos sexy da história).
“Beleza e charme são commodities valiosas, que têm oferta escassa em qualquer sociedade”, escreve Catherine.  No mundo das celebridades, a forma como as pessoas tiram proveito de seu capital erótico costuma ser evidente. Exemplos sobre o uso do capital erótico por um ator como George Clooney para vender cafeteiras Nespresso, da Nestlé, soam até óbvios.

Como lidar com a paquera no ambiente de trabalho?




Não é novidade que muitos casais se formam em um ambiente de trabalho. Pesquisas apontam que relacionamentos estão se tornando cada vez mais comuns dentro das empresas. Com as jornadas de trabalho cada vez mais longas, as pessoas se aproximam muito mais do que em tempos passados, é uma consequência natural, quanto maior o tempo que se passa junto a um grupo, mais estreitos os laços se tornam, mais se conhece intimamente aquele que está ao seu lado, mais se compartilha sobre questões pessoais e cria-se o terreno para que venham também a desenvolver relacionamentos para além de uma amizade.

Um outro fator que contribui para esse cenário é o fato das empresas com características mais jovens, com conceitos menos tradicionais e que, apesar da hierarquia lidam bem e melhor com a informalidade nas relações. Salvo algumas empresas que preservam a proibição dos namoros, muitas se redefiniriam e permitem que eles aconteçam; o que não muda, entretanto, é a necessidade de seguir certas regras de boa conduta e bom senso.

Quando se convive com alguém, em qualquer ambiente que seja, acadêmico, profissional ou social não há como evitar sentir o interesse se ele estiver presente entre duas pessoas. O que marca a diferença de como conduzir esse interesse será justamente o cenário onde ele se passa. Muitas pessoas ficam em dúvida de como lidar com uma paquera dentro do ambiente de trabalho. Vamos dar algumas sugestões de como levar de forma saudável e cuidadosa essa relação:

Em primeiro lugar é importante que se tenha clareza sobre o código de conduta da empresa onde trabalha e o que é esperado dos funcionários de acordo com cada circunstância. Passada essa etapa, será fundamental ficar atento a certos detalhes que irão preservar não apenas a dupla como também o bem estar geral do grupo.

Esse é um ponto que muitos costumam esquecer, ter um namorado no ambiente de trabalho pode afetar a todo um grupo se a dupla não souber conduzir de forma madura o relacionamento. Cenas de ciúmes e discussões geram clima pesado e desconforto, nutrem fofocas e aumentam os comentários, tudo isso pode levar a uma importante queda de produtividade, não precisará de muito para que se associe rendimento com relacionamento e o cargo de um dos dois pode ficar comprometido.

Assim como beijos, abraços, apelidos, bilhetinhos, presentes, conversas sem fim nos chats podem gerar uma impressão infantil do relacionamento e novamente gerar clima de desconforto em razão da inadequação.

Seja por problemas pessoais do casal que transbordam quando estão juntos, seja pelo exagero na demonstração do afeto, o ambiente de trabalho pode sofrer quando o casal erra o tom e não preserva nem a si mesmo e nem ao grupo. É fundamental que tenham maturidade, caso contrário será problema na certa, e que saibam evitar a exposição em demasia, tanto de um lado ou de outro.

Por fim, vale relembrar que se surgir um interesse entre uma dupla de trabalho tudo que se tem a fazer para aproveitar a oportunidade é ter sempre em mente que cada espaço tem as suas regras e limites, o que vale em casa não vale no trabalho e vice-versa. Tenha sempre os limites bem claros, o que se pode e onde se pode, considere que não estão sozinhos, existe todo um grupo de profissionais ao redor que indiretamente (e as vezes diretamente) estão envolvidos nessa relação e podem, se tudo for mal conduzido, saírem prejudicados.

Não permita que a relação interfira na sua produtividade, preserve sua imagem e tudo que construiu profissionalmente até o presente e acima de tudo mantenha o bom senso sempre em dia e atualizado!
http://msnencontros.parperfeito.com.br/Artigos/opshow/articleid896/p-1/f-1/n-1/?orig=1468&id=496900&ppBanner=1

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Afinal, o que é amar alguém? Existe alma gêmea?



"Um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente"
Afinal o que é o amor? Como é o amor? Existe realmente uma única definição para um tema tão complexo ou estamos reféns do relativismo? E, então, haverá tantas definições de amor quantas pessoas neste planeta?

Longe de desenvolver complicadas teses filosóficas a este respeito, sejamos práticos, vamos primeiro definir o objeto do nosso amor: ele está centrado em nós, no outro, ou em um tipo especial de relação entre nós e o outro?
Será que encontrei, de fato, o amor de minha vida?

Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas. Não encontraram? Não procuraram? Não sabiam o que estavam procurando? Encontraram e não reconheceram? Encontraram e não souberam valorizar?

Na vida, você não encontra o que procura, apenas o que está preparado para encontrar.

Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade e que, por consequência, se sentem divididos ao meio, seres incompletos em busca de alguém que os complete.

Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.

Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades...

Vale o conselho em tom de ironia e brincadeira: “Se você quer ser feliz, não case; mas se quiser fazer alguém feliz, então case, pois duas pessoas com esta filosofia contribuirão uma com a felicidade da outra”.

União, expansão e crescimento

O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros, mas onde a busca pela semelhança total ou a convivência com diferença plena seriam tolices.

Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.

Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.

Esse comportamento de fazer com que o outro se responsabilize por nossa felicidade caracteriza egoísmo, vaidade e narcisismo, pois parte do pressuposto que nós somos muito importantes, a tal ponto que o outro tenha a “obrigação” de nos fazer feliz. A pergunta é: Isso é amor pelo outro ou apenas por si mesmo?

Os dois casos mais frequentes nos relacionamentos amorosos são sempre os das pessoas que se apaixonam pelo “espelho” (alguém extremamente parecido com ela) e o daqueles que se apaixonam pelo seu oposto - alguém totalmente diferente dela.

No primeiro caso a pessoa não se dá conta que está procurando a confortável, porém, tola posição de não ter que aprender ou se adaptar a nada, afinal vive com uma cópia de si mesmo, seja real ou submissa.

No segundo caso, não se dá conta que está procurando alguém que compense as áreas não trabalhadas da sua personalidade e das suas competências sociais, transferindo ao outro tudo aquilo que tem dificuldade em fazer. Em ambos os casos, observamos um nítido egoísmo de face facilmente reconhecível: o narcisismo.

Como eternizou Caetano, “narciso acha feio o que não é espelho”.

Sejam quais forem os caminhos escolhidos para falar do amor (paixão é outro tema) perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.

O desejo de amor está ligado ao desejo de expansão, à presença simultânea das semelhanças e diferenças. O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.

Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!

Por isso, um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente.
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/amar_alguem.htm

II ENCONTRO DE YOUTUBERS SERRINHA

O  YouTube  é hoje a segunda maior ferramenta de busca do mundo. Com isso, a cada dia surgem novos canais e mais pessoas atrás...